Painel IDHM
IDHM
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Índice de Desenvolvimento Humano Municipal
O IDHM é uma medida-síntese destinada a avaliar o progresso de longo prazo nas três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano, quais sejam: Longevidade, refletindo uma vida longa e saudável; Educação, relacionada ao acesso ao conhecimento; e Renda, refletida em um padrão de vida decente.
Em 2024, o IDHM do Brasil alcançou o valor de 0,805, demarcando um novo patamar de desenvolvimento e atingindo a faixa de muito alto desenvolvimento humano. No período compreendido entre 2012 e 2024, o índice evoluiu de 0,744 para 0,805, uma variação de 8,2%.
Mais informações em Atlas do Desenvolvimento Humano
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal por Cor/Raça
O IDHM desagregado por raça/cor mensura as lacunas existentes entre a população negra e a população branca nas três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano. Nesse caso, cada dimensão é calculada para a população branca e para a população negra, refletindo o IDHM Negro e o IDHM Branco.
Para a mensuração da Longevidade é utilizado o indicador de esperança de vida ao nascer; a Educação é medida pela média combinada de cinco indicadores educacionais: percentual de crianças de 5 a 6 anos matriculadas na escola; percentual de adolescentes de 11 a 13 anos nos anos finais do ensino fundamental ou com essa etapa concluída; percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo; percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo; e percentual da população de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo; e a Renda é aferido pela renda domiciliar per capita.
Em 2024, o valor do IDHM Branco para o Brasil foi de 0,851, em contraste com o IDHM Negro de 0,774, no mesmo período. O IDHM Branco foi classificado na faixa de muito alto desenvolvimento humano, enquanto o IDHM Negro na faixa de alto desenvolvimento humano.
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal por Sexo
O IDHM desagregado por sexo mensura as lacunas existentes entre mulheres e homens nas três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano. Cada dimensão é calculada para as mulheres e os homens, resultando no IDHM Mulher e no IDHM Homem.
Para a mensuração da Longevidade é utilizado o indicador de esperança de vida ao nascer; a Educação é medida pela média combinada de cinco indicadores educacionais: percentual de crianças de 5 a 6 anos matriculadas na escola; percentual de adolescentes de 11 a 13 anos nos anos finais do ensino fundamental ou com essa etapa concluída; percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo; percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo; e percentual da população de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo; e a Renda é aferido pela renda domiciliar per capita.
Em 2024, o IDHM Mulher para o Brasil foi de 0,826, em contraste com o IDHM Homem de 0,786, posicionando o IDHM Mulher na faixa de muito alto desenvolvimento humano e o IDHM Homem na faixa de alto.
Não obstante, para a desagregação cor, também é calculado o IDHM ajustado à renda do trabalho que, por fazer esse ajuste ao rendimento dos homens e das mulheres, apresenta valores distintos do IDHM calculado pela renda per capita. Nesse sentido, para 2024, o IDHM ajustado Mulher registrou o valor de 0,798 e o IDHM ajustado Homem 0,802, com os homens atingindo a faixa de muito alto desenvolvimento humano e as mulheres o patamar de alto.
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade
O IDHMAD considera as desigualdades em todas as três dimensões do IDHM, descontando o valor médio em cada dimensão, de acordo com seu nível de desigualdade na distribuição. A ‘perda’ no desenvolvimento humano, devido às desigualdades, é dada pela diferença entre o IDHM e o IDHMAD. À medida que aumenta a desigualdade, aumenta também a perda de desenvolvimento humano. Assim, o valor do IDHMAD é igual ao valor do IDHM quando não há desigualdade entre as pessoas, mas cai abaixo do valor do IDHM quando há desigualdade. A perda pela desigualdade do Brasil, em 2024, foi de 20,4%, de modo que o IDHMAD atingiu o valor de 0,641 – com o Brasil se posicionando na faixa de médio desenvolvimento humano.
Ranking do IDHM para as Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas (2024)
O ranking do IDHM para os estados e o Distrito Federal, bem como para as Regiões Metropolitanas e a RIDE de Grande Teresina, reflete a evolução do desenvolvimento humano a partir da análise conjunta do índice e de suas três dimensões — Longevidade, Educação e Renda —, posicionando cada unidade tanto em termos agregados quanto de forma desagregada por dimensão.
No que se refere às Unidades da Federação, 17 estados situaram-se na faixa de alto desenvolvimento humano e dez na faixa de muito alto desenvolvimento humano. Entre as 20 regiões metropolitanas e a RIDE da Grande Teresina, quatro posicionaram-se na faixa de alto desenvolvimento humano e 17 na faixa de muito alto desenvolvimento humano.
No ranking das Unidades da Federação, o Distrito Federal registrou o maior IDHM e o Maranhão o menor. Entre as Regiões Metropolitanas, a RM de Florianópolis alcançou o valor mais elevado, enquanto a RM de Macapá registrou o menor índice.



